Homem é preso por descumprir medida protetiva e voltar a importunar ex-companheira em Ilha Grande do Piauí

Suspeito, que já utilizava tornozeleira eletrônica por outro processo relacionado à Lei Maria da Penha, foi conduzido à Central de Flagrantes de Parnaíba após intervenção da Polícia Militar.

Foto: Reprodução/J.Marcos

Um homem identificado como Lucas Coutinho foi preso na noite deste sábado (4), no bairro Tatus, em Ilha Grande do Piauí, por descumprimento de medida protetiva de urgência e por agredir verbalmente a ex-companheira. A prisão foi realizada por equipes da Polícia Militar do 2º Batalhão (2º BPM), após acionamento da vítima, que denunciou o descumprimento da determinação judicial.

Segundo informações repassadas pela Polícia Militar, o suspeito já faz uso de tornozeleira eletrônica em decorrência de outro processo relacionado à Lei Maria da Penha. Mesmo assim, ele teria voltado a procurar e importunar a ex-companheira, desrespeitando a medida judicial que o proibia de manter qualquer tipo de contato com a vítima.

Após receber a denúncia, os policiais se deslocaram até o local da ocorrência e realizaram a abordagem do suspeito. Em seguida, Lucas Coutinho foi preso e encaminhado à Central de Flagrantes de Parnaíba, onde foram adotados os procedimentos legais cabíveis.

A vítima relatou às autoridades que teme por sua segurança e afirmou que o ex-companheiro possui histórico de comportamento violento. Diante da situação, ela solicitou que o investigado permaneça preso, considerando o risco de novas ocorrências.

Foto: Reprodução/J.Marcos

O descumprimento de medida protetiva é considerado crime previsto na legislação brasileira e pode resultar em prisão, especialmente quando há indícios de ameaça à integridade física ou psicológica da vítima. A Lei Maria da Penha estabelece mecanismos para proteger mulheres em situação de violência doméstica e familiar, garantindo medidas judiciais destinadas a impedir novas agressões.

O caso continuará sendo acompanhado pelas autoridades competentes. Após os procedimentos na Central de Flagrantes, a situação do investigado será analisada pela Justiça, que decidirá sobre as medidas judiciais cabíveis e a manutenção ou não da prisão.

Reportagem: J.Marcos

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