Vítima, identificada como Ariane Bacelar, de 29 anos, morreu no local após ser atingida por diversos disparos. O caso está sob investigação da Polícia Civil do Piauí.
A violência voltou a marcar a capital piauiense na tarde desta terça-feira (14). Uma mulher identificada como Ariane Bacelar, de 29 anos, foi assassinada a tiros no Parque Firmino Filho, Quadra H, na zona Norte de Teresina. A vítima foi atingida por diversos disparos de arma de fogo e morreu ainda no local, antes da chegada de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
De acordo com as primeiras informações repassadas pelo Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), equipes da Polícia Civil iniciaram imediatamente os levantamentos para esclarecer as circunstâncias do crime. A área foi isolada pela Polícia Militar para preservar a cena até a conclusão dos trabalhos da perícia criminal.
Durante as diligências iniciais, o DHPP informou que Ariane possuía registros de infrações penais e um mandado de prisão em aberto. Conforme a polícia, ela também era investigada por suspeita de envolvimento em pequenos furtos na região e havia informações de que seria usuária de drogas. Esses dados fazem parte da apuração policial, mas ainda não estabelecem relação direta entre esse histórico e a motivação do homicídio.
Após a realização da perícia, o corpo foi removido pelo Instituto de Medicina Legal (IML), onde passará pelos exames periciais de praxe. Vestígios coletados no local poderão contribuir para a identificação dos responsáveis pelo crime.
Até o momento, a Polícia Civil não divulgou informações sobre suspeitos, prisões ou a dinâmica exata da execução. Testemunhas deverão ser ouvidas nos próximos dias, e imagens de câmeras de segurança da região também poderão auxiliar nas investigações.
O caso ficará sob responsabilidade do Núcleo Investigativo de Feminicídio, vinculado ao DHPP, que irá apurar a autoria, a motivação e todas as circunstâncias do homicídio. A investigação busca esclarecer se o crime possui relação com conflitos anteriores, execução direcionada ou outra motivação.
A Polícia Civil reforça que informações que possam contribuir com a investigação podem ser repassadas de forma anônima pelos canais oficiais de denúncia. O sigilo da identidade do denunciante é garantido.
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