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| Foto: Reprodução |
TERESINA – O Hospital São Marcos e sua mantenedora, a Associação Piauiense de Combate ao Câncer Alcenor Almeida (APCCAA), vieram a público nesta semana esclarecer informações sobre a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Piauí (MP-PI) contra o diretor-presidente da entidade, Gustavo Antônio Barbosa de Almeida. O caso, protocolado em 13 de agosto, aponta suposta apropriação indevida de recursos públicos e corrupção passiva em repasses da Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina.
A instituição acrescenta que a Polícia Civil chegou a recomendar o arquivamento do inquérito por considerar a questão de natureza cível e não criminal.
De acordo com a nota divulgada, os empréstimos contraídos entre 2016 e 2024 junto a instituições financeiras tiveram como finalidade manter o atendimento médico e hospitalar durante períodos de atraso nos repasses da FMS.
O hospital afirma que todos os recursos foram aplicados em despesas assistenciais, manutenção de serviços, pagamento de profissionais, medicamentos e insumos, sem qualquer desvio de finalidade.
O Hospital São Marcos informou que notificou formalmente a FMS quando identificou inconsistências nos descontos que deveriam ter sido realizados, destacando postura de transparência e boa-fé.
Atualmente, segundo a administração, estão em andamento negociações com a Fundação Municipal de Saúde para resolução do impasse.
Com mais de 70 anos de atuação, o Hospital São Marcos é referência em oncologia no Piauí. A instituição é o único Centro de Alta Complexidade em Oncologia (CACOM) do estado, responsável por 98% dos tratamentos de câncer em adultos e 100% dos atendimentos em crianças.
O hospital reforçou ainda que confia no reconhecimento judicial da legalidade de sua conduta e reafirmou seu compromisso com a ética, a transparência e a saúde da população piauiense.
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