Homem é suspeito de receber pagamentos por serviços de venda e instalação de sistemas de energia solar e não executar os contratos; prisão ocorreu em São Paulo com apoio da Polícia Civil paulista.

Reprodução/SSP-PI 

A Polícia Civil do Piauí cumpriu, na manhã desta quarta-feira (12), um mandado de prisão preventiva contra um homem identificado pelas iniciais H.G.S., investigado por supostos crimes de estelionato relacionados à contratação de serviços de venda e instalação de placas e sistemas de energia solar. A prisão ocorreu na cidade de São Paulo (SP), durante uma ação conduzida pela 2ª Delegacia Seccional de Teresina – Divisão 1, antiga 7ª Delegacia de Polícia, com apoio operacional da Polícia Civil de São Paulo.

Segundo a Polícia Civil, as investigações começaram após o registro de um boletim de ocorrência envolvendo o suspeito. Durante consultas ao Sistema de Procedimentos Policiais Eletrônicos (PPE), os investigadores identificaram que havia mais de 30 boletins de ocorrência e nove inquéritos policiais relacionados ao homem.

Conforme as informações apuradas pela investigação, o suspeito, que é engenheiro, teria adotado um mesmo modo de atuação: receber valores de clientes para a realização de serviços relacionados à venda e instalação de sistemas de energia solar e, posteriormente, não executar os serviços contratados, apesar de ter recebido os pagamentos.

De acordo com a Polícia Civil, durante o termo de qualificação e interrogatório, o investigado teria informado que chegou a movimentar aproximadamente R$ 2 milhões em apenas um mês. Diante dos elementos reunidos durante a investigação, a autoridade policial representou pela prisão preventiva e pela realização de busca domiciliar.

As medidas foram cumpridas nesta quarta-feira, em São Paulo, com a participação das forças de segurança paulistas. A Polícia Civil do Piauí orienta que outras pessoas que tenham sido vítimas do suspeito procurem a delegacia mais próxima para registrar um boletim de ocorrência.

As pessoas que já registraram ocorrência também devem procurar a unidade policial onde o primeiro boletim foi registrado, para que possam fornecer informações adicionais e contribuir com o prosseguimento das investigações. O caso permanece sob investigação da Polícia Civil, que deverá apurar a extensão dos possíveis prejuízos e a participação do investigado nos fatos relatados pelas vítimas.

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