Jonathan da Silva Marques, de 28 anos, teve a prisão em flagrante convertida em preventiva; defesa alegou problemas mentais, mas pedido de liberdade foi negado.
A Justiça decidiu manter preso Jonathan da Silva Marques, de 28 anos, investigado por estupro, durante audiência de custódia realizada após sua prisão em flagrante, em Parnaíba, no litoral do Piauí. A decisão converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva, garantindo que o suspeito permaneça detido enquanto as investigações prosseguem.
De acordo com as informações apuradas, Jonathan foi preso em uma ação rápida da Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas (ROCAM), com o apoio de outras equipes da Polícia Militar. Conforme as investigações iniciais, ele teria abordado uma jovem por trás e praticado atos libidinosos sem o consentimento da vítima, conduta que, segundo a investigação, caracteriza o crime de estupro.
Após a denúncia, equipes policiais iniciaram diligências para localizar o suspeito. A ação resultou na identificação e prisão de Jonathan, que foi encaminhado às autoridades competentes para os procedimentos legais.
Durante a audiência de custódia, a defesa solicitou que o investigado respondesse ao processo em liberdade. Entre os argumentos apresentados, foi informado que Jonathan possui problemas mentais e que existiria um pedido de internação.
Após analisar o caso, a Justiça indeferiu o pedido da defesa e determinou a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva, entendendo que, neste momento, estão presentes os requisitos legais para a manutenção da custódia cautelar.
A decisão não representa condenação, mas uma medida prevista na legislação para assegurar o andamento das investigações e do processo criminal.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil de Parnaíba, que dará continuidade à apuração dos fatos para esclarecer todas as circunstâncias da ocorrência.
Jonathan da Silva Marques permanece recolhido e à disposição da Justiça enquanto o inquérito policial prossegue. Novas diligências poderão ser realizadas para subsidiar a investigação e a futura tramitação do processo judicial.
Reportagem: J. Marcos | Folha do Delta.
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