Empresário investigado por atirar contra um homem durante discussão possui histórico de denúncias por agressões e ameaças, segundo as investigações.

Foto: Reprodução/Redes Sociais
O empresário Igo Medeiros Camarço, proprietário de uma autoescola, preso na manhã desta sexta-feira (26) por suspeita de tentativa de homicídio qualificado, já havia sido denunciado anteriormente por agredir um funcionário. A informação foi confirmada pela Polícia Civil do Piauí, que aponta um histórico de ocorrências envolvendo ameaças e episódios de violência atribuídos ao investigado.
De acordo com o delegado Eduardo Aquino, responsável pelo caso, o empresário acumula diversos boletins de ocorrência registrados por supostas agressões e ameaças. Entre os registros está a denúncia de um funcionário que teria sido agredido com um tapa no rosto. A Polícia Civil não informou a data em que esse episódio ocorreu.
A prisão do empresário ocorreu no âmbito das investigações sobre uma tentativa de homicídio registrada após uma discussão relacionada à instalação de um portão eletrônico. Segundo a polícia, durante o desentendimento, o suspeito teria efetuado um disparo que atingiu a perna da vítima.
Ainda conforme o delegado Eduardo Aquino, mesmo após o disparo, o investigado teria mantido a postura agressiva, elevando a gravidade da ocorrência.
"Mesmo após alvejá-la, o investigado ainda apontou a arma para a cabeça da vítima e passou a proferir ameaças de morte, somente não consumando o homicídio em razão da intervenção de uma terceira pessoa, que se colocou entre agressor e vítima, impedindo a continuidade da ação criminosa", detalhou o delegado.
As investigações apontam que a intervenção de uma testemunha foi decisiva para impedir que o crime tivesse um desfecho ainda mais grave. A Polícia Civil trabalha para reunir todas as provas e esclarecer integralmente as circunstâncias da ocorrência.
Segundo a Polícia Civil, os registros anteriores envolvendo o empresário reforçam a linha investigativa sobre seu comportamento agressivo. Os boletins de ocorrência citados pelas autoridades incluem denúncias de ameaças e agressões físicas, embora cada caso seja analisado individualmente no âmbito da Justiça.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil do Piauí, que deverá concluir o inquérito e encaminhá-lo ao Ministério Público. Caberá ao Poder Judiciário analisar as provas reunidas e decidir sobre o andamento do processo criminal.
━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━
Fique por dentro!
Portal Cidades em Evidência – Informação com credibilidade e alcance regional e nacional.