Empresária presa por suspeita de agredir empregada doméstica grávida diz que anel avaliado em R$ 5 mil motivou violência no Maranhão

Foto: Reprodução/Rede sociais

A empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, de 36 anos, presa sob suspeita de agredir uma empregada doméstica grávida de 19 anos no Maranhão, afirmou em depoimento à Polícia Civil que o anel que teria motivado as agressões estava avaliado em R$ 5 mil. O caso ganhou grande repercussão nas redes sociais e segue sendo investigado pelas autoridades maranhenses.

O depoimento foi prestado na última quinta-feira (7), na 21ª Delegacia de Polícia Civil do Araçagy, responsável pelo caso, e durou pouco mais de uma hora. Durante o interrogatório, Carolina não confirmou que os áudios divulgados nas redes sociais, contendo supostas confissões das agressões, sejam de sua autoria. Segundo a Polícia Civil, a empresária solicitou que o material seja submetido à perícia técnica.

Apesar da negativa em relação aos áudios, a defesa da empresária informou que ela confessou participação nas agressões.

Durante o depoimento, Carolina também declarou estar grávida de três meses e relatou enfrentar problemas de saúde, incluindo pressão alta e infecção urinária. A informação sobre a gravidez, no entanto, ainda não havia sido oficialmente confirmada pela polícia até o fechamento desta matéria.

Na quinta-feira, a empresária foi encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML) para realização de exames periciais, mas os resultados ainda não tinham sido divulgados.

A acusada deve passar por audiência de custódia, ocasião em que a Justiça decidirá se ela continuará presa preventivamente ou poderá responder ao processo em liberdade. A defesa informou que pretende solicitar prisão domiciliar, alegando a gravidez, problemas de saúde e a necessidade de cuidar do filho.

Segundo a Polícia Civil do Maranhão, Carolina Sthela Ferreira dos Anjos é investigada pelos crimes de tentativa de homicídio triplamente qualificado, cárcere privado, calúnia, difamação e injúria.

A tipificação de tentativa de homicídio triplamente qualificado considera agravantes como motivo torpe, emprego de meio cruel e impossibilidade de defesa da vítima.

O delegado-geral da Polícia Civil do Maranhão, Augusto Barros, afirmou que as investigações continuam e que novos elementos ainda serão analisados nos próximos dias.

“A gente está trabalhando com as investigações técnicas que estão sendo realizadas dentro da investigação criminal. A investigação está em curso. Apesar de muitos dados já terem sido apresentados à sociedade, ainda existem outros que dependem de confirmação e devem surgir nos próximos dias”, declarou o delegado.

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